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Fotos

Usina para extração do pau-rosa na cidade de Maués (AM) - maio. 1966
Usina para extração do pau-rosa na cidade de Maués (AM) - maio. 1966
Vista da cidade de Maués (AM) - maio. 1966
Aspecto da cidade de Maués (AM) - maio. 1966
Desembarque de pau rosa no porto de Maués (AM) - maio. 1966
Desembarque de pau rosa no porto de Maués (AM) - maio. 1966
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História

A denominação de Maués, provem do rio que banha o município e cuja margem fica na cidade. Ao rio, por sua vez emprestou o nome a famosa tribo dos Maués, primitivos habitantes da região.
Em meados do século XVIII tem início o povoamento da Mundurucânia, região compreendida entre os rios Madeira e Amazonas. Os índios Mundurucus, habitantes primitivos da região, constituíram sério obstáculo ao desenvolvimento da população civilizada.
Lodo D’Almada, governador da capitania, procurou atrair os Mundurucus ao convívio social dos brancos para que se realizasse com mais proveito para o seu governo o desenvolvimento daquela região. Em 1795, por ordem do governador, uma escolta conseguiu agarrar dois índios e traze-los à presença do governador, que os mandou curar os ferimentos recebidos em luta com os soldados e depois repô-los entre os seus, fartos de presentes. O ardil surtiu o efeito desejado e, pouco tempo depois, puderam ser fundadas as aldeias Canutama, Juruti e Luséa (atual Maués).
Em 1798 é fundada por Luís Pereira da Cruz e José Rodrigues Preto a povoação de Luséa. A sua denominação provém da combinação dos nomes de seus fundadores, isto é, da primeira sílaba do nome do primeiro e da última sílaba do segundo, com o acréscimo de um “a”. Os índios, todavia, chamavam-na “Uacituba”.
Em 1832, a povoação de Luséa foi teatro de barbaridades devido a luta entre os índios e soldados que ali se encontravam.
Em 1833, por força do Ato de 25 de Junho daquele ano, Luséa é elevada à categoria de Vila. Data conseqüentemente daí a criação do município e do termo judiciário.
Por ocasião da Cabanagem a Vila de Luséa foi cenário de sangrentas lutas entre os Cabanos e legalistas. Em 1835, os Cabanos dominavam o Baixo Amazonas, tendo Icuipiranga como uma espécie de centro de operações. Investiram sobre Luséa e Serpa (atual Itacoatira), vencendo-as sem resistências. De Luséa fizeram então o seu principal reduto, onde se mantiveram entrincheirados, resistindo a vários ataques. Daí os escorraçou Ambrósio Aires, conhecido por Bararoa, que já vinha se distinguindo pela sua bravura nos combates travados com os cabanos. Finalmente, com a decretação da anistia geral, os Cabanos se renderam. Em Luséa, a 25 de Março de 1840, 880 Cabanos depuseram as armas.
Ao criar-se a Província do Amazonas, em 1850, era Luséa um dos quatro municípios então existentes. Os outros eram Manaus, Barcelos e Tefé.
Do vasto território do município de Luséa, desmembrou-se em 1853, o município de Vila Bela da Imperatriz (atual Parintins). Das vilas existentes na província, em 1856, era, sem dúvida, Luséa uma das mais desenvolvidas.

Formação Administrativa

Distrito criado com a denominação de Luséa, em 1800.
Elevada á categoria de vila com a denominação de Luséa, por liberação do Conselho do Governo em 1833.
Pela Lei n.º 92, de 06-11-1858, considerada freguesia com o nome de Maués.
Pela Lei Provincial n.º 154, de 11-09-1865, a vila de Maués tomou a denominação de Vila Conceição.
Pela Lei n.º 33, de 04-11-1892, que organiza os municípios do Estado de Amazonas a vila de Vila Conceição tomou a denominação de Maués.
Elevada à condição de cidade com a denominação de Maués, pela Lei Estadual n.º 137, de 04-05-1896.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município aparece constituído de 5 distritos: Maués, Urucará, Arrozal, Curupira e Batista.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município é constituído do distrito sede.
Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.
Pelo Decreto-lei Estadual n.º 176, de 01-12-1938, o município de Maués adquiriu parte do distrito sede do município de Borba.
No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído do distrito sede.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1955.
Pela Lei Estadual n.º 96, de 19-12-1955, o município de Maués perdeu parte do seu território para a criação do município de Nova Olinda.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-I-979.
Pela Emenda Constitucional n.º 12, de 10-12-1981 (Art 2º - Disposições Gerais e Transitórias). Delimitado pelo Decreto Estadual n.º 6.158, de 25-02-1982, foram criados os distritos de Osório da Fonseca e Repartimento e anexados ao município de Maués.
Em divisão territorial datada de 1988, o município é constituído de 3 distritos: Maués Osório da Fonseca e Repartimento.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.

Fonte

Biblioteca Virtual do Amazonas. 2012. Disponível em: www.bv.am.gov.br/portal/conteudo/municipios. Acesso em: abr. 2012.
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