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Fotos

Plantação de arroz em Rio de Contas (BA) - 1962
Terras irrigadas no Rio de Contas (BA) - 1962
Canal de irrigação em Rio de Contas (BA) - 1962
Plantaçõe na cidade de Rio de Contas (BA) - 1962
Serra das Almas na cidade de Rio de Contas (BA) - 1962
Serra das Almas na cidade de Rio de Contas (BA) - 1962
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História

Rio de Contas
Bahia - BA

Histórico

Viajantes procedentes de Goiás e norte de Minas, com destino a Salvador, fundaram no final do Século XVII o povoado de Creoulos, para lhes servir de pouso.
A descoberta de ouro, no leito do rio Brumado, atraiu à região grande número de garimpeiros que, subindo o rio, fundaram a povoação Mato Grosso.
O Povoado cresceu em função da mineração. Em 1718, criou-se a freguesia de Santo Antônio de Mato Grosso, a primeira do Alto Sertão Baiano.
No início do século XVIII, os jesuítas construíram uma igreja, a 12 quilômetros abaixo do povoado de Creoulos, dedicada a Nossa Senhora do Livramento.
Em 1724, o Vice-Rei Dom Vasco Fernandes encarregou o Coronel Pedro Barbosa Leal de criar uma Vila no alto Sertão Baiano. O local escolhido foi o Sítio, distante 12 quilômetros abaixo do povoado de Creoulos, tendo a Vila recebido o nome de Nossa Senhora do Livramento do Rio de Contas.
O Vice-Rei Dom André de Melo e Castro, Conde de Galvêas, ordenou a mudança da sede da vila para o povoado de Creoulos, atual cidade de Rio de Contas, em 1745.
O topônimo foi adoção do nome do rio que cortava o Município.

Gentílico: rio-contense

Formação Administrativa

Distrito criado com a denominação de Minas do Rio de Contas, em 1742.
Elevado à categoria de vila com a denominação de Minas do Rio de Contas, por carta regia de 27 -11-1723, aprovada pela provisão real de 09-02-1725. Instalada em 1724.
Pela resolução de provincial nº 1004, de 16-03-1868, é criado o distrito de Vila Velha e anexado a vila de Minas do Rio de Contas.
Pela lei provincial nº 1881, de 20-06-1879, é criado o distrito de Boa Sentença e anexado a vila de Minas do Rio de Contas.
Elevado à condição de cidade com a denominação de Minas do Rio de Contas, pela lei nº 2544, de 28-08-1885.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município aparece constituído de 5 distritos: Minas do Rio de Contas), Boa Sentença, Furna, Gravatá e Vila Velha.
Assim permanecendo nos quadros de apuração do recenseamento geral de 1-IX-1920.
Pela lei estadual nº 1496, de 26-07-1921, desmembra do município de Minas do Rio de Contas o distrito de Vila Velha. Elevado à categoria de município.
Pelos decretos estaduais nos 7455, de 23-06-1931 e 7479, de 08-07-1931, o município de Minas do Rio de Contas tomou a denominação de Rio de Contas.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município aparece constituído de 4 distritos: Rio de Contas (ex-Minas do Rio de Contas), Boa Sentença, Furna e Gravatá.
Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.
Pelo decreto estadual nº 11089, de 30-11-1938, o distrito de Boa Sentença e Furna passam a denominar-se, respectivamente, Marcolino Moura e Palmital.
No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 4 distritos: Rio de Contas, Gravatá, Marcolino Moura (ex-Boa Sentença) e Palmital (ex-Furna).
Pelo decreto-lei estadual nº 141, de 31-12-1943, retificado pelo decreto estadual nº 12978, de 01-06-1944, o distrito de Gravatá e Palmital passam a denominar-se, respectivamente, Caraguataí e Arapiranga.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 4 distritos: Rio de Contas, Arapiranga (ex-Palmital), Caraguataí (ex-Gravatá) e Marcolino Moura.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.
Pela lei estadual nº 1704, de 09-07-1962, o distrito de Caraguataí, foi transferido do município de Rio de Contas, para constituir o novo município Jussiape.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído de 3 distritos: Rio de Contas, Arapiranga, e Marcolino Moura.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.

Alteração toponímica municipal

Minas do Rio de Contas para Rio de Contas, alterado pelos decretos estaduais nºs 7455, de 23-06-1931 e 7479, de 08-07-1931.

Fonte

IBGE
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