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História

Ao que afirma a tradição local, o primeiro branco a fixar-se na região, onde hoje se instala o município, foi um garimpeiro português, Francisco José Herégio, no ano de 1815. Mais tarde, vindo de Nossa Senhora das Dores do Pântano (hoje Boa Esperança), José Alves de Figueiredo e sua mulher adquiriram o enorme latifúndio so primitivo possuidor. Tal latifúndio que fazia, na época, divisas com os municípios paulistas de Batatis, Franca e Patrocínio do Sapucaí, foi vendido pela importância de 22 contos de réis, pagos em moedas de cobre de 40 réis, pagamento este transportado em 128 bêstas de carga, pois pesava a bagatela de 1026 arrobas, segundo publicação no 'Álbum de São Thomaz de Aquino, 1822/1922'.
A fundação do povoado se deve à devoção de um sacerdote, Cônego Thomaz d'Afonseca e Silva. Ordenado sacerdote, viera o Padre Thomaz servir, em 1874, na Diocese de São Paulo, onde encarregou um escultor de renome na época, Veríssimo Bulhões, de esculpir uma imagem do santo de sua devoção, São Thomaz de Aquino. Tempos depois, foi o mesmo Padre nomeado Vigário da Paróquia de Piedade de Mato Grosso de Batatais, levando consigo a imagem para entronizá-la na igreja Matriz daquela freguesia. Em 1884, transferido para a Paróquia de São Sebastião do Paraíso, já cônego conseguiu de D. Lino Deodato Rodrigues de Carvalho, Bispo de São Paulo, por Provisão de 21 de agosto de 1884, a licença para erigir uma capela, na paróquia de São Sebastião do Paraíso, sob a invocação de São Tomás de Aquino. Nessa época, já existia um pequeno núcleo residencial na antiga fazenda fundade por Francisco José Herégio; residiam aí o capitão João Tomás de Santana e sua mulher, o capitão José Clemente Santana, José Ferreira Martins Lopes, José Franklim da Silva e Libério Ferreira Martins. Tais moradores, promoveram o levantamento do fundo de um conto de réis que permitiu ao Cônego d'Afonseca e Silva adquirir dez alqueires de terra so coronel Jerônimo Alves da Silva e sua mulher, D. Messias Claudina de Jesus, sendo a respectiva escritura passada em 8 de junho de 1885; o vendedor cedia, ainda, por doação, mais dois alqueires, perfazendo, então, o patrimônio da futura capela doze alqueires. Em 20 do mesmo mês e ano, o Cônego fez doação deste patrimônio, por escritura pública, a São Tomás de Aquino, lançando no dia 8 de julho do mesmo ano a pedra fundamental da capela de São Tomás de Aquino, filiada à Matriz de São Sebastião do Paraíso. No dia 20 de julho do mesmo ano, foi celebrada, pelo Cônego Tomás d'Afonseca e Silva, em templo provisório, a primeira missa no local onde se iniciou a formação do arraial. Em torno da capela erigida com doação dos moradores dos arredores e graças aos esforços do Cônego Thomás, construídas as primeiras casas de taipa e os primitivos moradores se foram fixando. Em 1886, foi criado o distrito policial, o que bem demonstra o desenvolvimento da povoação, e em 1890, o distrito de paz de São Tomás de Aquino, subordinado ao município de São Sebastião do Paraíso. Daí para frente, estava assegurada a formação de uma nova comuna mineira, cujo desenvolvimento atingiu seu clímax com a emancipação que se deu em 1923, com a elevação da sede à categoria de vila e criação do município com o atual nome.

Gentílico: Aquinense

Fonte

Arquivos da Agência do IBGE de Passos/MG Prefeitura Municipal de São Tomás de Aquino.
© 2017 IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística | v4.3.40