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História

Canhoba Sergipe - SE

Histórico
Denominava-se Curral de Barro, em decorrência dos muros construídos de argila com a finalidade de reter as águas na lagoa de Canhoba, durante o cultivo de arroz.
As primeiras penetrações tiveram início no fim do século XVII para princípio do século XVIII, pelas famílias Torres e Resende.
Em 1894 o povoado já possuía uma escola primária e feira livre realizada aos domingos.
Depois de construída a sua primeira igreja, sob a invocação de Nossa Senhora da Conceição, despontaram várias opiniões com o objetivo de trocar o nome do povoado, ficando aceito pela maioria dos habitantes, a denominação de Canhoba cuja origem está ligada aos terrenos férteis existentes, denominado Baixa do Canhoba.
Com território desmembrado dos Municípios de Aquidabã, Gararu e Propriá foi transformado no Município de Canhoba através de Decreto-Lei nº 17 de 23 de dezembro de 1938, tendo como sede o povoado Canhoba.
Canhoba: terra de Eronides de Carvalho O município já foi chamado Curral do Barro e teve uma forte economia algodoeira “Por doação da coroa, /Manoel Rocha é o seu fundador, /Emancipada por Eronides, /O nosso governador”. Este é um trecho do hino da emancipação do município de Canhoba, que fica a 124 quilômetros de Aracaju. E Canhoba tem história para contar? Tem e muita. As terras canhobenses, que se situam à margem direita do Rio São Francisco, faziam parte da Capitania de Todos os Santos, que iam do Velho Chico até Itapoã, próximo a São Salvador.
Com a morte de Cristóvão de Barros, parte dessas terras passam a pertencer a seu filho, Antônio Cardoso de Barros. Os primeiros exploradores chegaram no final do século XVIII à Lagoa do Jaguaripe, hoje Lagoa de Canhoba, usando o Rio São Francisco como estrada natural.
Segundo pesquisadores, Canhoba quer dizer em língua portuguesa “folhas escondidas”, uma planta medicinal usada largamente pelos indígenas. Uma espécie de planta que produz milagre.
A palavra “Canhoba” é a junção de duas outras. Segundo o tupinólogo, Theodoro Sampaio, em seu Dicionário da Língua Tupi, “Can” quer dizer cânhamo, e “oba” é o senhor da terra.
CATAIOBA E CURRAL. Os primeiros habitantes de Canhoba foram os índios da tribo Cataioba. Com a chegada dos portugueses, os índios fugiram, mas no município ficaram suas marcas: os nomes de locais como Caiçara e Caraíbas. Sendo o maior registro o da existência da Baixa do Canhoba, que deu origem ao nome do lugar.
Manoel José da Rocha Torres, não resta dúvida, foi o primeiro posseiro do hoje município. As suas terras foram adquiridas através de uma Carta Régia, desde o São Francisco até o interior, na altura do Bom Nome. Ele é um descendente de portugueses. Seu filho, Antonio da Rocha Torres, também foi possuidor de terras. Eles fundaram a povoação “Curral de Barro”, por causa dos valados que os posseiros construíram para represar as águas das lagoas, plantando nas terras alagadas o arroz.
Curral era um nome comum, pois no alto sertão existia o Curral do Buraco, (hoje Porto da Folha) e o Curral de Pedras (hoje Gararu).
Construída a primeira igreja sob a invocação de Nossa Senhora da Conceição, surgiram opiniões no sentido de ser mudado o nome do povoado. Alguns sugeriram a denominação Jaguaripe, nome do rio temporário que passa nas proximidades. Mas essa idéia não prevaleceu.
Gentílico: canhobense

Formação Administrativa
Elevado à categoria de município com a denominação de Canhoba, pelo decreto-lei estadual nº 17, de 23-01-1937, desmembrado de Própria, Aquidabã e Garau. Sede no atual distrito de Canhoba ex-povaodo. Constituído do distrito sede. Instalado em 23-12-1937.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído do distrito sede.
Pela lei estadual nº 554, de 06-02-1954, é criado o distrito de Nossa Senhora de Lourdes ex-povoado e anexado ao município de Canhoba.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1955, o município é constituído de 2 distritos: Canhoba e Nossa Senhora de Lourdes.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.
Pela lei estadual nº 103-A, de 13-05-1963, desmembra do município de Canhoba o distrito de Nossa Senhora de Lourdes. Elevado à categoria de município.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.

Fonte

IBGE
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